“New York, New York...”

Viajar sempre foi um prazer na minha vida! Como bom viajante, não poderia deixar de dar um pulo em Nova Iorque: uma das cidades mais bem representadas no cinema, na literatura e também na música. Minha decisão não foi à toa de ir para lá: sempre me pareceu agradável passar um tempo nos bancos do Central Park – um parque clássico na paisagem norte-americana – ou ir fazer compras na Quinta Avenida, chamada também de Fifth Avenue

Para entender Nova Iorque, é preciso compreender que esta cidade é dividida entre cinco distritos: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. O principal centro financeiro, cultural, comercial e social de NY é a ilha de Manhattan. Era aonde queria fazer algumas compras para os meus pais e conhecer a agitação tão conhecida da cidade. Recomendaram que eu fosse à Quinta Avenida de Manhattan, conhecida como Fifth Avenue, para levar algumas lembranças. 

Nesta rua, se localizam um dos principais pontos culturais e comerciais dos EUA: Rockefeller Center (um dos principais aglomerados comerciais do mundo), o Empire State Building (um arranha-céu com 102 andares) e a biblioteca pública de Nova Iorque. Uma das coisas mais interessantes, sobretudo desta última rua, é a capacidade de não ter noite: para os seus moradores e visitantes, há sempre um comércio e transportes operando, independente do horário. Acho que deve ser pelo comércio, já que é uma cidade global e atrai consumidores de todo o mundo.

Mas NY também tem suas complicações... Viajando pela cidade, fui visitar o estádio dos Yankees, um poderoso e famoso time de Baseball nos Estados Unidos. No entanto, este bairro fica em um distrito chamado Bronx, que é um bairro periférico habitado majoritariamente por latino-americanos e africanos, que foram tentar viver o sonho americano nos EUA. É um bairro com maior índice de violência, e nos filmes que eu vi por lá, sempre é retratado como se fossem as nossas favelas.

Depois continuo escrevendo: estou aqui comendo um cachorro quente gigante, bem tradicional da alimentação americana.

Um abraço e até lá! 

Nando

Sempre fui um viajante. Se não viajo com os pés, viajo com minha imaginação, desbravando os lugares mais distantes e inóspitos que eu possa ir. Lá em casa, meus pais sempre trabalharam muito para me dar um bom padrão de vida. Apesar de ter estudado em boas escolas e sempre ter tirado boas notas, me sentia culpado por eles estarem sempre preocupados com o dinheiro e muitas vezes deixava de me divertir por causa disso. Aos meus 18 anos de idade, meus pais se separaram. Essa experiência me impactou muito, pelo fato de eu ser filho único, acabei vendo minha família desmoronar. Então a partir daí, passei a viajar mais ainda. Agora aos 20 anos, eu viajo o mundo e levo uma vida totalmente diferente da qual eu tinha com os meus pais. Busco aprender de forma prática e significativa, diferente das escolas por onde estudei, não me apegando a bens materiais e sempre viajando leve.