Juros

E aí, pessoal, tudo certo? Bem, já que o assunto é porcentagem e juros, me sinto em casa para falar um pouco mais sobre eles, além de mostrar como estão presentes no nosso cotidiano. Os juros são aplicados a inúmeras situações envolvendo matemática financeira. Quando as pessoas querem fazer com que o dinheiro que guardam possa aumentar, ou quando elas pegam alguma quantia emprestada no banco para comprar um carro ou uma casa, ou até quando uma empresa precisa de dinheiro extra para abrir uma nova loja, é aí que precisamos entender como funciona o processo de aplicação dos juros.

Qual é a ideia por trás disso? Bastante simples: existem pessoas que decidem poupar dinheiro, enquanto que outras necessitam utilizar dinheiro, principalmente quando não possuem o suficiente. Sendo assim, é fácil imaginar que uma solução para esse problema seria a realização de um empréstimo de uma parte para outra. Quem empresta receberá, depois de certo tempo, o mesmo valor de volta, mais uma “compensação” por ter feito esse empréstimo, que é o que chamamos de juros. O valor dos juros a serem recebidos depende de uma porcentagem aplicada sobre o valor da operação, e em geral nos referimos a ela como taxa de juros.

Essa taxa pode ser calculada de duas formas diferentes, dependendo de como as partes combinam: existem os juros simples e os juros compostos. O ideal é você entender bem como funciona os juros simples primeiro. E tenho certeza que você estudou bem o conteúdo do caderno, já viu como é a fórmula, e já sabe também o que significam capital e montante.

Por que “juros simples”? Bem, porque a cada período de tempo a variação do dinheiro é sempre o resultado da porcentagem da taxa de juros sobre o capital do início da operação. E isso faz com que tanto o conceito quanto a fórmula fiquem mais simples e fáceis de entender (e também de fazer contas!). Dica: para entender futuramente os juros compostos, é fundamental que você, agora, compreenda bem o simples.

Qual é a importância dos juros? Toda! Praticamente qualquer operação financeira, que envolva um empréstimo de capital por um período de tempo é aplicado juros, como uma forma de “prêmio” àquele que emprestou o dinheiro. Afinal, faz parte do mercado financeiro não emprestar nada “de graça”, até por um possível risco de que a pessoa que recebeu o empréstimo possa não pagar por ele! (Isso acontece – e muito, pode acreditar).

Claro, há certos casos em que as pessoas não cobram juros umas das outras, mas são casos bem específicos, como quando ocorre entre pai e filho, ou pessoas muito próximas (amigos e familiares), mas quando lidamos com bancos, empresas e até mesmo o governo, é natural e aceitável a utilização de taxas de juros.

Agora que você conheceu um pouco melhor como se baseia esse conceito essencial à matemática financeira cotidiana, continue praticando numericamente, resolvendo as questões do caderno que você tem aí! Até a próxima!

 

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Tales Eko “Teko”

Tenho que confessar… Sempre fui pão duro. Não sei se é uma desculpa boa, mas tive origem humilde e desde pequeno decidi que não seria pobre para sempre. Aos 10 anos, já tinha percebido que para melhorar de vida precisava abdicar de duas coisas: 1) Preguiça; e 2) Consumo fútil. A primeira para gerar dinheiro. E a segunda para não desperdiçar tudo que eu ganhar. Aos 15 anos, já trabalhava em uma pequena lojinha de meu bairro e tinha um plano financeiro traçado para os próximos 25 anos!!! O PET (Plano de Enriquecimento do Teko) está a todo vapor. Agora, posso ser pão duro, mas não sou egoísta. Tanto que decidi compartilhar com quem quiser o PET e as lições que estou aprendendo sobre Educação Financeira. Quer aprender a lidar com grana sem desperdiçar com futilidades? Fique ligado nas minhas dicas aqui no Galera Cult.