Solo: fonte da vida

Oie, Galera Cult! Eu e ao Li estávamos conversando sobre como podemos melhorar a alimentação e ficamos surpresos como os diferentes tipos de alimentos proporcionam vários benefícios para o nosso organismo. Dessa forma, resolvemos investigar um pouco mais sobre a produção de alimentos e acabamos nos deparando com o solo. 
 
Vimos que existem diferentes definições para o solo e as suas variedades, mas o que importa é que ele é base de toda a produção de alimentos. Claro que você lembra sobre o processo de (re)ciclagem dos nutrientes, de matéria inorgânica para matéria orgânica e vice-versa. Esse processo é feito com a ajuda de diferentes seres vivos, como os fungos e as bactérias que decompõe os nutrientes devolvendo ao solo. Dentro deste ciclo o cultivo dos alimentos pode ser: orgânico – mais sustentável, sem uso de produtos químicos como fertilizantes e agrotóxicos; e os convencionais, não orgânicos – que usam produtos químicos para aumento da produção.
 
Utilizando essas definições, parece muito fácil dizer qual dos tipos de alimentos com produtos químicos ou naturais nós consumimos, ou deveríamos, com maior frequência... E a resposta é... os com produtos químicos!!! 
 
Grande parte da produção de alimentos é realizada com o aporte de produtos químicos, podendo ser: os defensivos químicos – como os pesticidas e herbicidas, chamados também de agrotóxicos; e os fertilizantes – que são elementos que contribuem na fertilidade do solo, os principais utilizados são o nitrogênio (N), fósforo (P) e o potássio (K). Portanto, os alimentos cultivados com esses produtos químicos acabam ficando acumulados e passam esses materiais para o nosso organismo. Vocês podem ver mais em http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Agrotoxicos+e+Toxi cologia.
 
Por outro lado, os alimentos orgânicos, utilizam somente produtos naturais para o cultivo. Além disso, o cultivo desses produtos busca respeitar o equilíbrio ecológico existente. É comum os alimentos virem com pequenos machucados e de menor tamanho, sinais que indicam a exposição deles ao ambiente natural. A contrapartida? Alimentos mais saborosos, frescos (estragam mais rápido, então o que chega a você veio rapidinho do campo!) e livres de produtos químicos que podem lhe causar prejuízos. 
 
Algo legal que ocorre hoje são redes colaborativas para a compra de produtos orgânicos. Funciona assim: um grupo de agricultores orgânicos se reúnem e montam cesta com diferentes alimentos. Em seguida, levam essas cestas para um local (como uma feira), onde consumidores cadastrados compram os produtos diretamente deles com preço um pouco mais barato do que se comprassem em outro local. Além da economia no bolso, a saúde agradece. Veja só alguns exemplos http://redeecologicario.org/ e http://www.feirabiodinamica.com.br/.
 
E você? Está consumindo qual tipo de alimento? Que tal tentar formar uma rede colaborativa de orgânicos com seus amigos? Desafio lançado!!!
 

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Paulo “Paulinho” Statera

Desde pequeno tive dificuldade de me enquadrar aos padrões; e não era só rebeldia. Ficava mais revoltado com aqueles que não faziam nenhum sentido. Esse comportamento gerou afastamento de meus pais e minha família em geral, com exceção do meu avô, Paulo, que também sempre foi um rebelde… hehehehe. Poucos reconhecem, mas os meus questionamentos não são vazios, são (e sempre foram) coerentes, pois percebo que as pessoas seguem e tomam decisões porque seguem modelos prontos ou porque pensam no curto prazo. Tudo mudou quando conheci um grupo que vive em uma Ecovila, o Gemeinde, que promove relações diferentes entre si e com o meio ambiente. Minha identificação com o grupo despertou meu interesse por Sustentabilidade e essa passou a ser a minha missão: disseminar outras formas de relacionamento entre os seres humanos e com a natureza. Siga-me no Galera Cult e fique sabendo mais sobre críticas a sociedade atual e sobre práticas sustentáveis